
30 junho 2007
27 junho 2007
26 junho 2007
24 junho 2007
21 junho 2007
19 junho 2007
# 129 Camões é um Poeta Rap

Abordado na escola, na esmagadora maioria dos casos, através do acinzentado estudo analítico de forma e conteúdo, é a nossa pátria – a Língua Portuguesa, parafraseando Pessoa – que perde uma oportunidade ímpar de se impor culturalmente numa sociedade agredida e conquistada dia a dia pela massificação que a poderosa indústria dos diversos media estimula e concretiza.
Camões É Um Poeta RAP é um evento performativo e musical - com a qualidade literária do génio de Camões - concebido para pequenos auditórios, espaço de café-concerto, livrarias, cafetarias - pois pretende-se manter uma relação próxima com o público.
No entanto, tem conseguido manter essa proximidade emocional com o público, sempre que solicitado a apresentar-se em Plateias de salas de Teatros.
Assenta num conceito inovador que aproxima a Lírica do grande poeta à nossa vivência contemporânea, através dos ritmos rap e hiphop, conciliando o público com a mestria da Língua Portuguesa. Camões É Um Poeta RAP teve a sua estreia em Beja, a 23 de Abril de 2005, no DIA MUNDIAL DO LIVRO – e a audiência presente na Cafetaria da Biblioteca Municipal José Saramago, rendeu-se à abordagem desta performance.
A performance terminou em apoteose, com o público a “rappar”, em uníssono, as primeiras estrofes de OS LUSÍADAS.
O delírio, porém, ocorreu no Rio de Janeiro, a 29 de Julho, com uma assistência emocionada por reencontrar as suas raízes linguísticas e culturais. O enorme impacto desta abordagem fez com que a Performance tivesse de ser repetida a 30 de Julho.
Nesse ano regressaríamos ao Brasil, para o encontro de Literatura Portuguesa em Cabo Frio.
E a Performance poética – envolvida pelas propostas vídeo e sonora - não tem parado, desde então.
Esta tem sido uma Performance que deixa a marca da emoção no público.
De facto, o público apercebe-se, nesta hora de partilha com as palavras ditas pela performer, das duras condições de vida do “Príncipe dos Poetas”, e de como Camões, o homem, transforma o infortúnio e o desespero em energia criadora - de que a força mental que extravasa no conjunto dos seus poemas é um exemplo de vida que resiste ao passar do tempo.

17 junho 2007
16 junho 2007
15 junho 2007
# 126 Alstroemeriaceae
São endémicas da ecozona neotropical, distribuindo-se da América Central ao sul da América do Sul.
12 junho 2007
# 125 Alho
O alho-porro era já utilizado pelos antigos Egípcios, Gregos e Romanos que depois levaram o vegetal a diversas partes da Europa.
É um dos símbolos nacionais do País de Gales, fazendo parte dos rituais do dia de São David, altura em que é tradição os galeses envergarem a planta. De acordo com a mitologia do País de Gales, São David ordenou aos seus soldados galeses, que envergassem a planta nos seus elmos numa batalha contra os Saxões que teria ocorrido num campo de alhos-porros. É provável que esta história tenha sido concebida pelo poeta inglês Michael Drayton mas sabe-se que a planta é um símbolo deste povo desde épocas antigas. Por exemplo, Shakespeare refere-se a tradição de envergar o alho-porro na sua peça Henrique V, onde Henrique diz a Fluellen que está envergando o alho porro "for I am Welsh, you know, good countryman" ("porque sou galês, bem sabes, caro compatriota").