30 agosto 2007

26 agosto 2007

13 agosto 2007

# 156 Libélula

Alpiarça, 13Agosto2007
A libelinha, ou libélula, é um insecto alado pertencente à sub-ordem Anisoptera. Como características distintivas contam-se o corpo fusiforme, com o abdómen muito alongado, olhos compostos e dois pares de asas semi-transparentes. As libelinhas são predadoras e alimentam-se de outros insectos, nomeadamente mosquitos e moscas. Este grupo tem distribuição mundial e tem preferência por habitats nas imediações de corpos de água estagnada (poças ou lagos temporários), zonas pantanosas ou perto de ribeiros e riachos. As larvas de libelinha (chamadas ninfas) são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insectos mas também de girinos e peixes juvenis.
As libelinhas não têm a capacidade de picar, visto que as suas mandíbulas estão adaptadas à mastigação. Dentro do seu
ecossistema, são bastante úteis no controlo das populações de mosquitos e das suas outras presas, prestando assim um serviço importante ao Homem.
As libelinhas adultas caçam à base do seu sentido de
visão extremamente apurado. Os seus olhos são compostos por milhares de facetas (até 30.000) e conferem-lhes um campo visual de 360 graus. As libelinhas medem entre 2 e 19 cm de envergadura e as espécies mais rápidas podem voar a cerca de 85 km/h.
O grupo surgiu no
Paleozóico, sendo bastante abundantes no período Carbónico, e conserva até aos dias de hoje as mesmas características gerais. As maiores libelinhas de sempre pertencem ao género Meganeura, floresceu no Pérmico, e podiam atingir envergadura de 70 a 75 cm. Seu tempo de vida pode chegar a 5 anos. No Brasil existem cerca de 1.200 espécies de um total 5.000 existentes no mundo. Predadora de insetos, inclusive o Aedes aegypti e até pequenos peixes. Em um único dia pode consumir outros insetos voadores até 14% do seu próprio peso. A água, onde elas frequentam, pode ser considerada não poluida

11 agosto 2007

# 154 Iphiclides Feisthamelii II


Alpiarça, 11Agosto2007
Realmente sou um sortudo, nunca no meu jardim havia visto esta espécie de borboletas, agora em dois fins-de-semana aqui andam elas no meu jardim.
Peço desculpas por tanta "borbeletagem", é que nunca consegui tantas poses, rsrsrsr

09 agosto 2007

# 153 Papilio Machaon (macho)


09Agosto2007
Caracterização:
Esta espécie possui uma envergadura entre 60 e 80 mm. As asas apresentam um fundo amarelo. A asa anterior apresenta nervuras (tubos ocos de suporte das asas) e bandas de cor negra. Na asa posterior estas são de cor azul. As asas terminam numa cauda pontiaguda.
Tal como a maioria das borboletas possui três fases de desenvolvimento: ovo, lagarta e crisálida. O ovo é posto em pequenos grupos ou mesmo isoladamente. A lagarta alimenta-se principalmente de plantas herbáceas, selvagens ou cultivadas, sobretudo a arruda e o funcho. A crisálida é de cor verde ou castanha.
O Outono é a estação do ano onde é mais fácil observar as lagartas, sendo os meses de Fevereiro a Dezembro os mais indicados para se avistar o adulto.
A Papilio machaon habita em pradarias, encostas floridas, terrenos incultos e jardins.

Conservação:
A Papilio machaon tem uma distribuição bastante alargada, estando presente em 41 países da Europa. Em Portugal é bastante frequente e dispersa, podendo ser encontrada com abundância em todo o território nacional. A Reserva Ornitológica de Mindelo (ROM) é também um privilegiado local de observação desta espécie.
A principal ameaça à sua sobrevivência é a destruição do seu habitat. A preservação de um espaço como a ROM constitui um importante suporte para a sobrevivência desta espécie uma vez que ai se desenvolvem com abundância as plantas de que se alimenta.

05 agosto 2007